
Mulheres, Trabalho e Saúde: Riscos Ocupacionais que Afetam Mais o Público Feminino
A participação feminina no mercado de trabalho cresce de forma consistente, mas ainda existem desafios específicos relacionados à saúde e segurança ocupacional das mulheres que precisam ser reconhecidos e gerenciados pelas empresas.
Esses riscos vão além das diferenças biológicas e envolvem fatores organizacionais, ergonômicos e psicossociais.
Principais riscos ocupacionais enfrentados por mulheres
Entre os riscos mais frequentes estão:
Maior incidência de LER/DORT em funções repetitivas
Sobrecarga decorrente da dupla jornada
Exposição a ambientes psicologicamente inseguros
Falta de adaptação ergonômica dos postos de trabalho
Esses fatores contribuem para afastamentos, queda de produtividade e adoecimento físico e mental.Empresas que não consideram as especificidades do público feminino tendem a apresentar maior índice de afastamentos por LER/DORT e transtornos relacionados ao estresse, impactando diretamente custos com absenteísmo e produtividade.
A importância da ergonomia e da organização do trabalho
A NR-17 (Ergonomia) tem papel fundamental na adaptação das condições de trabalho às características psicofisiológicas dos trabalhadores. Quando aplicada corretamente, reduz riscos musculoesqueléticos e melhora o conforto e o desempenho.
Gestão de riscos com olhar preventivo
Incluir esses aspectos no PGR permite:
Antecipar riscos
Reduzir afastamentos
Promover ambientes mais equitativos
Atender às exigências legais
Cuidar da saúde da mulher no trabalho é uma medida técnica, legal e estratégica.
Como a Segmáxima pode apoiar
A Segmáxima apoia empresas na identificação e gestão desses riscos com uma abordagem integrada, que considera aspectos ergonômicos, organizacionais e psicossociais, garantindo não apenas conformidade legal, mas redução efetiva de afastamentos e melhoria da performance organizacional.